Dia Nacional da MPB inspira passeio pelo Rio das canções

RIO — Poucas cidades do mundo foram tão cantadas quanto o Rio. Sua estonteante beleza natural, as curvas sensuais de suas montanhas, as águas de suas praias, o verde de suas matas, seus excêntricos tipos urbanos, suas desigualdades brutais e suas profundas mazelas serviram de matéria-prima para dezenas de compositores de primeiríssima grandeza, como Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Noel Rosa, Cartola, Luiz Melodia e Chico Buarque.
Com a chegada do Dia Nacional da MPB, celebrado desde 2012 no dia 17 de outubro, em homenagem à data de nascimento de Chiquinha Gonzaga, uma das primeiras grandes compositoras do país, o Rio Show saiu em busca de histórias sobre músicas que cantam e contam o Rio, do samba ao pop, do clássico “Aquele abraço”, de Gilberto Gil, ao hit “Rio 40 graus”, de Fernanda Abreu.
Se André Filho exaltou a “Cidade Maravilhosa”, Tim Maia passeou“Do Leme ao Pontal” e Tom Jobim viu o “Corcovado” da janela de casa e “as praias sem fim” da janela de uma aeronave, como em “Samba do avião”, Aldir Blanc escreveu sobre a natureza e a urbe cariocas, da Zona Norte à Zona Sul.
Além de sua prestigiada parceria com João Bosco, que rendeu pérolas como “O bêbado e a equilibrista” e “O mestre-sala dos mares”, o compositor e escritor tijucano também fez crônicas contundentes da cidade, tanto de exaltação quanto de crítica social — às vezes ambas juntas numa mesma canção — ao lado de Moacyr Luz, seu parceiro há mais de 30 anos. Uma dessas contribuições gerou “Saudades da Guanabara”, escrita a seis mãos com Paulo César Pinheiro, outro dos maiores cronistas do Rio.
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